Um Café Curto

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A gente até quer ter boa vontade, procurar pretextos para parabenizar, mas há coisas que não se entendem (ou talvez expliquem muito):

Faz sentido que na gala oficial da Cultura Cabo-verdiana a língua «oficial» utilizada nos discursos não tenha sido a Língua Cabo-verdiana? E depois, ainda se admiram de o crioulo não ser oficializado.

Francamente!

Para mais pormenores, ver este post do Djinho, que diz quase tudo.




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5 comentários:

João Branco disse...

Ja estou a ver que ninguem se chateou muito com isto. Está bem!

Anónimo disse...

Claro que muita gente se chateou!
O Djinho esqueceu-se de contar que o MC deu à UNI-CV um piano de 3 mil contos, para o novo curso de Música patrocinado pela cooperaçao chinesa.

O relato do Djinho estava perfeito, faltou esse pormenor!

Vamos lá ver, que génios vao sair dali!

Teatrakacia disse...

Oh Joâo, não é que 'ninguém se chateou'... só que não é novidade nenhuma!!!

MYA disse...

Faz todo o sentido.
Se voces nao se entendem "internamente", como é que queres que numa gala oficial - cuja difusao nao deverá ser só em CV (penso eu) - se fale crioulo.
Ha prioridades e pelos vistos é sempre pela Lei do Menor Esforço.

Parodia e Grogue. Os eleitos do Povo. O resto é conversa.

João Branco disse...

Pronto! E assim andamos, cantando e dançando alegremente...