Perguntas Cafeanas

32 Comments



Uma jovem mulher que mora com um "tio", toma conta da casa, dá-lhe carinho, amizade, sexo, em troca das propinas da Universidade e de umas roupas na boutique mais in da cidade, entra num sistema de trocas que não difere muito do tipo de relacionamento que existe em tantos casais que vemos por aí, ou é preciso chamar os bois pelos seus nomes?


À melhor resposta, ofereço um café



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32 comentários:

Cesar Schofield Cardoso disse...

Neste caso eu diria, chamar as vacas pelos seus nomes.

João Branco disse...

Que comentário mauzim... Avé Cesar!

Eileen disse...

César, conheço casos próximos em que os bois é que são as putas! Já não dá para andarmos com piadinhas sexistas! Eu ainda acho que o "tio" que paga as propinas é o que deve sair com lucro do tal relacionamento. Vejamos: já está com mais de cinquenta, tem um bom salário, logo, dinheiro não é problema. Mas! Está só, não sabe tomar conta de si, porque foi casado e era a mulher que lhe fazia a comida, cuidava dos filhos, vigiava a sua própria saúde, dizendo-lhe "não comas isso, não bebas aquilo, vai fazer análises, toma este comprimido". Separaram-se e o "tio" ficou perdido na vida. Precisa de alguém que lhe passe a roupa e lhe compre os boxers, que lhe diga que o cabelo já levava um corte e que se calhar esse caroço na próstata devia ser visto por um médico; ele ainda dá um bom show entre os amigos e enfeita o jeepão; essa moça faz as compras, cozinha, lava, blá blá blá e isso tudo só custa dinheiro. E dinheiro, ele tem.

Mas vamos ver o lado da nossa estudante. É nova e bonita, podia ter o rapaz novo e fogoso que quisesse. Mas não. Lá está ela com o tio gorducho, cabeludo, com um hálito meio podre, a tomar conta dele, provavelmente com pouco respeito por si própria, mas pensado: eu ainda vou ser alguém na vida e dar um futuro diferente aos meus filhos...

Ok, fiz umas quantas caricaturas, mas espero ter passado a minha ideia: muitas destas mulheres não estão simplesmente a serem sustentadas, estão a trabalhar pelas tais propinas, e não estou a falar do sexo.

MYA disse...

Melhor, vaca ou nao, nunca vai ter despesas de divorcio... eheh

Kuskas disse...

E porque não chamar os cafetões pelos nomes????

Porque se uma mulher nessa situação é uma vaca, o homem é decididamente um cafetão.

PS: Eu só entendo que isso seja uma especie de prostituição se o homem e a mulher estiverem juntos só por causa disso.
Mas se tem um relacionamento amoroso, moram juntos e o homem paga a escola da mulher que mal há?

Conheço muitos maridos e mulheres que ajudam as mulheres/maridos a pagarem os estudos.

da caps disse...

jovem,

mundo sempre foi assim.
muitos dos nossos antepassados (se é q é preciso recuar tanto..)consolidaram seu matrimónio baseados em princípios similares.

existe uma diferença, hoje em dia há mais uniões de factos..

por se ser + ou -vips, dá mais das vistas.

estabele fronteira entre este caso e outros, que os nomes aos boys hão de aparecer..

João Branco disse...

Eileen, a tua ideia é clara. E justa.

Mya, isso é verdade!

Kuskas, a pergunta não mete amor ao barulho, como se pode ler. Mas como já disse noutro local, quantos casais estão juntos hoje, por amor? Quantos? Muito poucos. Uns pode ser por propinas, outros por conveniência, outros por questões de imagem e status, outros pelas botiques e por aí fora. Não sejamos ingénuos. Agora se isto é prostituição... Já é outra conversa!

da caps, tenho a mesma opinião. Mas atenção, aquilo que chamas «união de facto» pode ter os mesmos principios e fins. Ser ou não ser por amor, eis a questão.

Johnny disse...

Bem... lançaste aqui um bom debate (que não não vai ter concluido, porque simplesmente não tem conclusão). Vi o post e antes de comentar fui rever os comentários do post de onde surgiu este assunto, ao voltar fiz um "refresh" e já cá estavam uns quantos comentários a fervilhar.
Tantos que se viesse comentar com mais alguma ideia já não faria diferença, tá tudo dito. Do meu ponto de vista, isso tudo é relativo, varia de caso para caso de relação para relação. Principalmente do peso do interesse na troca em relação ao interesse em estar com um "Tio"...

Rêves à emporter disse...

Wá! Tchá de semums JB!!! :op

Na balança, e subjectivamente, seria melhor discutir sobre:

- a ética e a moral com esse exemplo de uma forma neutra e sem julgamentos.

- a situação financeira do(a)s estudantes universitarios em Cabo Verde.

- Etc...

Ou então ficar atrás das janelas a murmurar como velhas sem dentes ...

Anónimo disse...

Pois, nunca chegaremos a uma conclusao nesta materia! Poderia meter mais alguns "ferroes": a nossa estudante nao bastas vezes tem o seu gajo, novo, dono de um Hiace ou de um Taxi, com telemovel ultimo grito, que a leva a espairecer depois das aulas...la em casa sempre se pode dizer que se fez trabalho de grupo ate altas horas...o tio, esse ja esta a bom dormir, ronca que se farta, tomou o calmante para dormir porque sofre de hipertensao.

Na realidade ha aqui um jogo de interesses e de oportunidades. Se sao mais vacas ou mais cafetoes, o cerne do assunto eh como conseguir um acesso generalizado ao ensino superior? Como conseguir uma equacao de equilibrio e de qualidade entre o custo do ensino superior e a democratizacao no seu acesso? Como melhorar os cuidados de saude e a existencia da terceira idade?
Ana

Dundu disse...

Há interesse de ambos os lados, como disse a Eileen.
Eu só não acho saudável se um deles não estiver consciente da situação. Ou seja, se pensa não haver interesse e o caso é o oposto.
De resto, se há consentimento(consciência) mutuo(a) nós não temos nada com isso, porque tudo na vida é troca de interesse.

Anónimo disse...

Oh João, Eileen está como está, por tua causa! Dás azo e ela voa!Os dois davam um bonito casal, apesar de tu e ele serem já comprometidos, acho que kuskinhos como são os dois davam certo...ah davam,ao menos como amantes!!

Xica da Silva

Anónimo disse...

E esta ein! E os gaijos que entram comem e saem sem deixar rastos, que desrespeitam as mulheres e as tratam comente como objectos sexuais, já dizia Bob Marley: nao te aproximes de uma mulher se não tens intenção de ama-la! Os Homens é que são gdes vacas! eu conheço um daí da nossa blogsfera, que se diz nas tintas para tudo e que anda por aí a fazer estragos, a destruir relacionamentos e ainda tem fama de engatatão, puta são tipos como ele! Xissaaa
Anocas G.

Kuskas disse...

Oh João
Não sou tão ingénua assim. Sei que isso dos amores há que se lhe diga.


O que me deixa pasma é ver as pessoas acharem que é uma especie de prostituição (não no sentido da venda do corpo em traca de prazer), só quando acontece da mulher ser "sustentada" pelo homem e não o contrario.

Vendo boa parte do meus casais amigos, o que vejo é que a maioria estão juntos 1º: por questões comerciais (poder ter casa, comprar carro etc etc), 2º por causa dos filhos e por ultimo porque querem estar juntos.

Já me fizeram várias propostas para as "uniões", mas digo sempre que se é por dinheiro prefiro ir ao banco. Lá pelo menos as prestações são mais "fáceis" de pagar..
AHAHAHAH

João Branco disse...

Ponto d'ordem: não faço nestas perguntas cafeanas juizos morais. Quem nunca pecou que atire a primeira pedra. Estas questões são lançadas no Café Margoso como alavancas para discussões que penso serem saudáveis (algumas tem sido bem interessantes!), muitas das quais sobre assuntos que são tabus sociais e sobre os quais toda a gente sabe da sua existência, fala deles de surdina, mas continua publicamente assobiando para o lado, como se não tivesse nada a ver com o assunto. Isto vale o que vale, mas a verdade é que tenho aprendido muitas coisas com estes debates.

Dito isto, vamos por partes:

Jonhy: nunca está tudo dito;

Reves; sinceramente, procuro não julgar, e concordo que estarmos que nem velhas a susurrar é o pior;

Ana, como habitualmente, uma posição sensata e equilibrada;

Dundu, eu não diria tanto!

Xica da Silva (vinda da novela?), kuskinho, eu? Não!

Anocas, está tudo muito certo, mas não te esqueças que quando apontamos um dedo para alguém estamos com três voltados para nós mesmos. E depois se essa pessoa, que não sei quem é nem me interessa saber, não ganha proventos financeiros dessas relações, não pode ser considerado «puta». Quando muito um «crápula», insensivel, destruidor de lares, etc!

Kuskas, com esta crise que por aí vai, olha que já não tenho tantas certezas a esse respeito! Hehehe

Sisi disse...

Há casos e casos, se formos na linha de pensamento de muitos aqui, então antigamente quase todas as mulheres eram vacas pq eram sustentadas pelos homens e ainda hoje existem mulheres nesta situação. No entanto, estas estudantes têm as propinas pagas, logo há-de chegar um dia que ñ vão mais depender do "tio". Outras Senhoras são sustentadas em todos os níveis pelo marido, não estudaram e nem estão estudando, logo o mais provável é serem sustendadas o resto da vida. Isto faz delas "vacas"? NÃO, logo ñ faz as estudantes também.

João Branco disse...

Podemos pensar duma outra perspectiva: em muitos lares já não há amor, só aparências, e os benefícios para um e para outro de um relacionamento a dois são até bem menores do que numa relação de certa forma e assumidamente «comercial». Abraço!

Virgílio Brandão disse...

Gente,
No lugar de «um café» um curso superior? Acho bem! Cabo Verde de outrora não é assim tão belo como é pintado! Bem, até que era, para alguns...

«A necessidade é inimigo da honra», ouvi da minha mãe em menino; hoje, adulto, acrescentei: «e a mãe de todas as virtudes». Deixemos as nossas mulheres viverem a sua vida e «desenrascá sis midje» que os homens também o fazem! E olhem que não tão poucos como isso...
Conheço muitos crioulos que vivem à custa de algumas velhinhas (tias bem tias...) e que não é para pagar estudos, não; é viçarada d´corpe de malandros que não gostam de trabalhar e que se tornaram uma espécie de «consoladores de velhinhas».

Sabem que, desde há alguns, há um fenómeno que acontece aí na terra e que é homens novos se «apaixonarem» por turistas ou pelas nossas emigrantes em férias ou «reconciliam-se» com as ex-namoradas para saírem da terra? A maioria até se casa com elas, lá (durante as férias das vítimas ou por procuração) ou cá para poderem beneficiar do reagrupamento familiar (legislação europeia que permite aos cônjuges obterem o mesmo tipo de autorização de residência que o seu marido/mulher).

O pior é que, na maioria dos casos, esses homens acabam por abandonar essas mulheres logo que se sentem «na larga» e com documentos e trabalho... é uma tristeza! Mas acontece, tem vindo a acontecer, constantemente, ao longo dos anos tenho verificado isso – desgraças que dever de ofício obrigam a conhecer e que gostaria de não conhecer.
E os homens nunca fazem nada, não...

Há alguns anos li um livro chamado «Palavras Cínicas» (livro desaconselhável à almas «piedosas») do Prof. Albino Forjaz de Sampaio em que dizia algo como o seguinte (parafraseando): «todas as mulheres são putas. A minha mãe era uma puta. Umas se vendem por dinheiro, outras por um carro, ou uma casa; outras, ainda, que se vendem por um anel.»

Isso, João e Eillen, é para lembrar o «relativo» da questão, da perspectiva como se olha para a questão. A final, sempre há que perguntar: o casamento não é um contrato (a lei, nomeadamente o Código Civil cabo-verdiano, diz que é) , como a compra e venda ou o mais antigo de todos os os actos de comércio – a troca?

Visto assim, as coisas são diferentes, não? Afinal, não há vacas não; só boys...Não é por acaso que sempre que um boi é abatido se torna em vaca, no talho e na mesa (pelos vistos – de acordo com o velho dualismo da vida em casal – não é só na mesa, não) – como me diz uma amiga.

Às vezes, sem querermos, emitimos juízos morais sobre as situações das pessoas e, sem percebermos, veiculamos uma moralidade dominante; e até é uma moralidade que não concordamos.

A modernidade, neste aspecto da vida intima das pessoas, ficou, em certa medida, no período vitoriano. É caso para dizer: Ah, Roma, volta!

Ah, Kuscas...
Isso não é «ajudar» qual carapuça! Ele/ela, somente está a usufruir do que lhe pertence pois – de acordo com a lei – o dinheiro que ambos ganham é parte do património comum. Mas mesmo que assim não fosse (e será no caso do regime matrimonial da separação de bens), não me parece que isso seja «ajuda», mas sim dever e um investimento no cônjuge cujos benefícios recolhe(rá) no presente e no futuro.

Ah, deixemos as nossas jovens mulheres (não previligiadas) em paz! Há quem assuma «comer» meio este mundo e o outro e toda a gente acha graça... Porque será? Deu-me, agora, vontade de citar Joseph Joubert («Os homens tomam o partido de amar aqueles que receiam para serem protegidos.») mas não...

Abraço fraterno

PS: Contar-Vos-ia o que se passa em Lisboa, mas há coisas que não acrescentam nada de bom ao Mundo e ao bem das pessoas.

João Branco disse...

Eu, na verdade, curvo-me perante este testemunho do Virgilio, bem elucidativo, a todos os níveis. Mas é como já disse aqui: é CLARO que TODOS sabemos disso, dos homens (muitos) que vivem à custa de senhoras, que engatam turistas para conseguir um visto e outras parcimónias. Ou como dizia o outro, para desenrascar. No meio disso tudo, há.de haver certamente algumas belas histórias d'amor para contar.

O problema, gente, é que muitas vezes, miséria não rima com amor. Seja no caso macho seja no caso fêmea...

Abraço Fraterno

P.S. Virgilio, este café é teu, quando surgir a oportunidade.

Anónimo disse...

e serà que o preço é actualizado com a subida(descida) do petroleo? era sô uma duvida...lol
Hiena

Teatrakacia disse...

Agora que o café (prémio) já foi atribuído, apareço! Porque na qualidade de 'tio' (no alto dos meus 52 anos - talvez candidato a esse tal cafetão...)não me sentia bem a escrever... e muito menos a ler o que muitos 'fizeram respingar' por aqui...
Mas safa-me o facto de 'só funcionar' por amor.
Tchá

João Branco disse...

Hiena, enganaste-te na sala! Hehehe

Tchá, gostei dessa do tio. Um dia ainda vou perguntar isso aqui no Margoso. Eu sei que é como dizes, mas infelizmente tu és excepção e não a regra.

Eurídice disse...

Na sociedade berdiana, a subalternização económica da mulher tem raízes profundas. Agora, custa-me crer que, depois de anos de muita luta a nível do combate da fragilidade social e da fragilidade da camada feminina, ainda hoje muitas das nossas mocinhas recorrem à lógica que referiste na tua pergunta cafeana. A culpa não é da tua leitura… O que me preocupa é que o consumismo ou miséria (humana e material) leva muitas das nossas mocinhas a sujeitarem a lógicas dessa natureza. O pior é que os homens utilizam os recursos que possuem para conquistar/possuir essas mocinhas… Não quero culpabilizar apenas os homens, mas sinceramente! (Sinto uma revolta enorme quando vejo “quarentões com olhos nas bundas das catorzinhas”). É isso que devíamos combater e outras situações vergonhosas que acontecem nesses tipos de “relações”!

Portanto, importa questionar: 1) a fragilidade económica das mulheres, nomeadamente de classes sociais mais desfavorecidas; 2) as razões históricas e socialmente construídas para a vulnerabilização das mulheres; 3) a família cabo-verdiana (a maternidade e a paternidade irresponsáveis, a problemática das mães solteiras, etc.).

João Branco disse...

Muito bem, Euridice. Resta saber dos outros (muitos casos) em que são os homens a viver à custa das mulheres mais velhas.

Eurídice disse...

Há cada vez mais miúdos nessa situação. É a ganância pela vida fácil, pelo consumismo, etc. No caso das mulheres mais maduras, parecem ser mais discretas, e são objectivas: querem é sexo e uma boa relaxada, e nada de compromissos (ou seja, parece que não querem miúdos pegajosos)!... É a sociedade cabo-verdiana no seu todo que está sendo desafiada, questionada e posta à prova…

João Branco disse...

Euridice, cuidado com as diferenças de visão, conforme o caso. Também há-de haver homens que querem é sexo e uma boa relaxada. Aliás, eles quererão é isso, elas é que exigem casa, cama e roupa lavada... Mas como foi dito, parece que quando são as ladys a fazê-lo até que já é sinal de modernismo e emancipação. E quando são os hommens, já são uns crápulas a aproveitarem-se de pobres inocentes...

Anónimo disse...

não jb , não me enganei
hiena eh eh eh

João Branco disse...

Ok, entendido!

Eurídice disse...

João, não quis suavizar os casos em que a mulher é a dona da cocada preta… Não compactuo com nenhum dos dois casos.

Vejamos só: no primeiro caso, as miúdas são conquistadas/possuídas por homens conscientes do seu poder financeiro ou outro (não quero ver as miúdas como vítimas desse sistema, mas realçar um conjunto de factores que favorecem a aceitação desse tipo de relacionamento); no segundo caso, as mulheres maduras conquistam/“possuem” jovens rapazes por causa do poder financeiro ou outro destas mulheres (não quero com isso dizer que os miúdos são inocentes). Portanto, as duas perspectivas são problemáticas para o elemento feminino. Mas a minha posição não é unicamente feminista, mas também social… No fundo, independentemente dos ângulos de análise, é a nossa sociedade que está sendo questionada e a família cabo-verdiana que expõe a sua vulnerabilidade… O que me preocupa é o consumismo, é a forma como o dinheiro tem invadido fortemente a nossa intimidade… Muitas vezes, nem sequer há interrogações acerca das fontes de rendimento do indivíduo tal. O que importa é que esse indivíduo tem uma vivenda no bairro x e comprou um carro marca y…

Bom fim-de-semana
1 abraço
Eury

João Branco disse...

Eurídice, fica mais claro agora. Uma coisa certa, a instituição família, em Cabo Verde e neste momento, praticamente já não existe. E como já se disse tantas e tantas vezes, é fundamental que os cientistas socias saiam dos seus gabinetes e explorem este terreno imenso e virgem. Para resolver os nossos problemas, precisamos, em primeiro lugar de nos conhecer.

Abraço fraterno

Eurídice disse...

A família berdiana já daria mil e uma perguntas cafeanas ou toneladas de estudos...

1 abraço
Eury

João Branco disse...

Sem dúvida, Eury! Bom fim-de-semana.