Café em Silêncio

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João Bénard da Costa 
1935 - 2009

Director da Cinemateca Portuguesa durante mais de 30 anos e autor dos mais lúcidos e apaixonados textos sobre cinema escritos em língua portuguesa, foi com ele que aprendi a gostar de filmes. Sobretudo dos bons. Vai demorar tempo a preencher este vazio.

Fonte: aqui



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5 comentários:

zito azevedo disse...

O cinema acaba de perder um dos seus maiores amantes e, a sua História, um dos seus maiores narradores...Sabía bem ouvir Bénard da Costa falar sobre a sua paixão de uma vida...Que a Paz eterna seja com ele!
Zito Azevedo

Neu Lopes disse...

Sinto Muito!

Anónimo disse...

Please Sam! Play it again (to Mr. Bénard)!
...que o resto é, como deve ser, um longo filme mudo!
Ab
ZC

argumentonio disse...

João, o Bénard da Costa foi a enterrar dia 22, aquele numerozinho que saiu ao jogo no Casablanca - se outra via não fosse, assim leva para as filmagens eternas o seu bocadinho de cinema!

claro que era admirável a sua paixão, trabalho e dedicação de uma vida ao cinema

e prodigiosa a envergadura narrativa que transpirava em toda a crónica, as mais fantásticas que se podem ler sobre cinema e pintura, mas também sobre temas da mitologia, da religião, do fabuloso enquadramento cultural das viagens e locais, da sua biografia sempre enobrecida pelo contexto enriquecedor do ambiente familiar, das suas Arrábida e Sintra, de Génova, sei lá...

mas olha, lembra também a qualidade de ... actor!

dimensão também admirável, para João César Monteiro (Memórias da Casa Amarela) e, em A vã glória de mandar, Amor de Perdição e Passado e presente, para Manuel de Oliveira, que o homenageou a caminho da morada última onde merecidamente encontrará decerto um tranquilo "the end"

João Branco disse...

Obrigado por partilhares connosco essas tuas impressões deste homem único, Argumentonio...