SMS Cafeano

18 Comments




«Num país a
sério serias processado!»

Anónimo comentador do Café Margoso sobre a polémica dos "Heróis"





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18 comentários:

Catarina disse...

lollllllllllll
não consigo parar de rir com tanta psicose lolllllll

David disse...

Alguém passou-se... Não concordar é uma coisa... Achar que se trata de uma comparação despropositada entre gente que fez algo e gente que nada fez, tudo bem... mas isso já é um caso de delírio... Bem, deves ter comido mulher de alguém e esse alguém não gostou ... e a mulher gostou!

Lays disse...

Países sérios como: China , Birmânia , Correia do Norte, Irão, Cuba etc...

Pss disse...

Processado não. Cada um diz o que pensa e graças a Amilcar Cabral hoje temos LIBERDADE DE SER Cidadãos Livres que podem expressar o que lhe vai na alma.
Mas há uma coisa boa nessa polémica toda que me deixa satisfeito: afinal nem toda a gente ANDA ALIENADO e ainda há Caboverdeanos que sentem Caboverdeanos. Fico contente em ver jovens como MRVAZ a indignar-se com bricandeirinha do painél.
Sim isto é uma miséria. Sim vivemos de esmolinhas. Sim isso é um pais de gaita, sim é pobrezinho, sim na escala mundial está "antes de pupu de Baleia", e tudo mais. Mas há limites para tudo. Se há pessoa que SERÁ ETERNAMENTE lembrado e que é espiha que ficará eternamente atravessado para alguns é Amilcar CABRAL.

Sarabudja disse...

Outra frase lapidar a reter na memória. Está ao nível da frase: " a ironia mata a arte".

Anónimo disse...

Sim Cabral lutou pelo nosso país e se hoje somos o que somos devemos em parte a Cabral. Mas aposto que ele ficaria espantado com alguns comentários. Num país a sério e não de pessoas limitadas, que não fazem mas não deixam outros fazer, todos simpaticamente te diriam "discordo com este" "acrescenta outro"...A sério...TIRO-TE O CHÁPEU...sabes qual a minha esperança, que por tua iniciativa consigamos salvar o èden park, ui ui iu, João, até acho que vais deixar de ir ao Cave, (dica par descontraires, tás a ver?).

zito azevedo disse...

Inquisição, outra vez não, por favor! Ser hereje é um direito!

Anónimo disse...

Deixa lá João... estou a ver que és o unico capaz da herculea tarefa, nunca antes terminada, de nomear as ruas e pracetas destas ilhas com os nomes dos heróis nacionais. Acho que Amilcar Cabral é um pouco curto para essa tarefa.
Paulo

Sisi disse...

João, tendo em conta todo o background que levou a este post, só tenho a dizer o seguinte: num país a sério as pessoas teriam uma mente mais aberta para entender a lógica do post que gerou toda esta polémica. O Amílcar Cabral foi e será sempre aquilo que é, e temos que ter muito orgulho nele, mas não interpretei de todo que quisesses comparar os feitos dele com os das pessoas que aí colocastes.


Abraço!
Sisi

Rony Moreira disse...

João Branco,

eu só tenho uma dúvida! Quando se trocou na antiga nota de mil escudos a cara do Amílcar Cabral e colocaram uma pintura de gafanhoto ninguém se indignou. Ou seja, será um gafanhoto é mais herói que os seus heróis do post?

Pss disse...

Pois é. Afinal nós é que estamos engados. E VIVA O RELATIVISMO. Colocar no lado direito de Cabral um Filinto Elísio qualquer e dizer esses são os heróis nacionais é normal [como quem não quer a coisa relembremos os feitos desses DOIS Heróis: o primeiro escreve banalidades e o segundo construiu uma Nação]. De toda essa discussão vamos também reter aquela frase do Paulino Dias que dizia mais ou menos o seguinte : ah tudo é relativo. Há bem pouco tempo Amilcar Cabral era um terrorista. E hoje é herói.
E já agora ao Rony, isto não é propriamente Angola onde aparece a cara de Eduardos dos santos em todas as notas. E notas que nada valem diga-se de passagem.
E isso nada tem de inquisição também. Aliás eu sempre digo que foi para isso é que existiu um Cabral. Para haver a Liberdade de gente que se atreve a meter qualquer um ao lado de Cabral. E para que haja gente com CORAGEM de dizer isso é errado.

JB disse...

Pss, folgo em saber que agora és crítico literário. Fico à espera de um artigo teu a explicar porque é que a obra do poeta Filinto Elísio se reduz ao adjectivo "banalidade". Cabo Verde precisa de mais mentes iluminadas como tu, que tem coragem de dizer o que pensa. Naturalmente, aplaudo, e de pé.

Pss disse...

Atenção: só estou a usar a "teoria de relatividade" introduzida aqui com o painél. Se tudo o relativo (ao ponto de achar que Cabral é um qualquer) , posso muito bem, relativizando, achar/adjectivar tudo o que me der na gana. Aliás é esse exactamente o Cabo Verde de hoje: tudo é relativo. Não há Heróis. São todos Heróis.

JB disse...

Pela boca morre o peixe: "que Cabral é um qualquer". Palavras tuas e de mais ninguém.

Rony Moreira disse...

PSS,

a questão aqui não tem a ver com Angola, porque poderia dar-lhe exemplo de país como os EUA onde as suas notas têm só figuras que por algum motivo sacrificaram as suas vidas ou ideias pela nação americana. A questão que ponho tem a ver com o simbolismo por detrás duma barbaridade ao se retirar imagens de Cabral e colocar figuras de gafanhotos. Se me é permitido, podia lhe pedir que fizesse de camponês e tivesse no imaginário gafanhotos, para veres se não acordarias num espanto e pesadelo.

Kuskas disse...

OH JB
Se fossemos um país onde se risse mais, os comentarios ao teu painel seriam outros.

Pessoal, não levem as coisas tão a peito, tão ao pé da letra. Nós todos sabemos quem são os HEROIS NACIONAIS OFICIAIS, mas por este Cabo Verde fora existem muitos OUTROS HEROIS NACIONAIS OFICIOSOS.

Gostei dos teus Heróis João.
Abraços

popey disse...

gente, não entendi a polémica. na Sociedade há vários tipos de heróis. qq pessoa que faz alguma actividade cultural, social e/ou desportiva é um herói porque tal como os heróis da guerra colonial, é uma luta sem quartel. não de perde a vida mas perde-se dinheiro pessoal, tempo útil com a família, para o bem-estar dos outros e ganha-se o desrespeito daqueles que nada fazem. Viva os nossos heróis.

Sarabudja disse...

Concordo com Kuskas. Falta ao povo cabo verdiano (no geral) rir-se dele mesmo. Aceitar que os outros têm visões diferentes. 'eita povinho complexado. ( e pronto, vou ter umas vaias.)