Perguntas Cafeanas

11 Comments



Querem ver que afinal (a propósito disto), somos todos uns tipos cheios de carácter e não sabíamos?



À melhor resposta, ofereço um café





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11 comentários:

Virgílio Brandão disse...

João...
é como sempre digo nestas coisas: é a natureza!

Nada de novo... já Schopenhauer, no seu livro "El Amor, las Mujeres y la Muerte" desmistificou, há mais de dois séculos, muito do que somos e pensamos ser. Enfim... o ser social é um ser ético. E este contraria, não raras vezes, a natureza.

Por que achas que as mulheres gostam de determinados perfumes e não de outros - principalmente em períodos de fertilidade?

Porque existem perfumes "para homens"? A indústria está sempre a frente do conhecimento, para nos fazer felizes... é claro. Na verdade vivemos a lutar contra a nossa natureza, esta é a verdade a que diremos sempre que não, pois estamos eticamente formatados pela cultura dominante.

Abraço fraterno

zito azevedo disse...

Perdão: nós somos uns tipos cheios de carácter e estamos faros de o saber...

HF disse...

Bom ano JB.

Quero tb ser uma mulher com carácter...

E porque não??!

ahahahahaha

lol


HF

Joshua disse...

O querido VB, sempre tão academicamente sensato...diga lá então, just for de record, como vai a sua luta com a sua natureza?...
Já há baixas e danos colaterais?
:D

Anónimo disse...

Tive um garanhão puro sangue e um cão rafeiro ambos de muito "carácter".
Paulo

Anónimo disse...

Diazá kum sabel!!!

a) RB

Catarina disse...

Que análise tão sexista e superficial... enfim - a fidelidade/infidelidade é uma questão que tem a ver com a tradição religiosa, e ao mesmo tempo com a cultura patriarcal tb fortemente enraizada - retiradas essas 2 coordenadas, talvez cheguemos à conclusão que a fidelidade (masculina ou feminina) é uma falsa questão...

agora, n me venham com tretas que é da natureza exclusiva do homem e n da mulher!

Catarina disse...

e mais... para mim, a infidelidade só tornaria as pessoas cheias de carácter se ela fosse de comum acordo, com lealdade, "o que vale para mim, vale para ti.... estamos amb@s à vontade, certo?"

Virgílio Brandão disse...

Joshua, há sim: moi! LoL

Sabes, só comecei a levar a sério o que Schopenhauer dizia quando, há uns anos, disse à uma mui amada que estava apaixonado por ela. Esta, de forma pouco sensata, respondeu-me dizendo:
- O que tu tens não é paixão, é pixão.

Isto é um dano colateral para o Amor? Talvez, mas o que sei é que passei a levar Schopenhauer a sério, e procuro encontrar uma razão para demonstrar que os poetas têm razão... de alguma forma.

Danos colaterais e baixas externas evito, sempre. E só acontecem por acidente. Schopenhauer diz que o Amor eros é o Pai Natal, mas as pessoas acreditam no Pai Natal. Por isso, hoje por hoje, tenho cuidado antes de entrar na quadra festiva alheia...

Catarina:
quem foi que disse que a questão se coloca somente com e entre os homens género? Só um ingénuo, um grande ingénuo... pois é a mulher que carrega o cajado da natureza, é ela que marca a hora biológia e decide o que traz ou não ao Mundo.

Podemos melhorar, no plano ético e cultural dominante, a natureza; mas nunca o poderemos dominar. A Lua ajuda-nos a entender isso... não é Senhoras?

É por isso que homens e mulheres comprometidos "traiem" os companheiros ao se "apaixonarem" por terceiros... é a natureza humana, sim.

For de record: Ah! como gostaria que Schopenhauer estivesse errado e que todos tivessem a sua Cunegundes, Dulcineia del Toboso ou a "Rosa Negra" e "Kretcheu di Meu"(cantadas pelo Ildo Lobo) e estas os seus amantes

Abraço fraterno

Ps: HF, já S. Paulo dizia: "comamos e bebamos que amanhã morrermos."

JB disse...

Vamos lá, mulherada, defendam a honra do convento! Ou há carácter para todos ou não há carácter para ninguém!

HFontes disse...

Sou apologista de que se há carácter que o haja para todos, prontos!

HF