Um Café Curto

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Basta clicar no endereço www.wdl.org, e tem-se, desde o dia de ontem, acesso gratuito à Biblioteca Digital Mundial, um novo programa de informação e divulgação cultural que acaba de ser posto em linha numa iniciativa conjunta da UNESCO, da Biblioteca do Congresso Americano e da Biblioteca de Alexandria. É uma viagem!

O principal responsável por este projecto é James H. Billington, director da Biblioteca do Congresso Americano e ex-professor de História em Harvard. Foi ele que, em 2005, o propôs à UNESCO, assegurando que o espírito da nova biblioteca digital universal não seria “competir” mas complementar dois outros programas congéneres já existentes: o Google Book Search, também lançado em 2005 e que actualmente tem sete milhões de obras acessíveis ao publico; e a Europeana, uma biblioteca criada em Novembro do ano passado, que conheceu também um êxito inesperado e já disponibiliza 4,6 milhões de documentos – esperando chegar aos 10 milhões até 2010.

Na imagem, pode-se ver o início do texto, assinado pelo presidente Abraham Lincoln que declarava que os escravos passariam a ser livres a partir de 1 de janeiro de 1862. "Todas as pessoas retidas como escravos", dentro das regiões em rebelião, "são, e doravante serão, livres".




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4 comentários:

Anónimo disse...

Um dia desses entramos num verdadeiro MATRIX.

João Branco disse...

O que é que isso tem a ver com esta (louvável) iniciativa?

argumentonio disse...

logo que tive notícia favoritizei (caramba, haverá alternativa confortável em língua portuguesa) o endereço de mais este pedaço de aleph (sim, preferível à ideia de Matrix, mas com inegáveis pontos de contacto, afinal trata-se de estarmos em contacto com múltiplas realidades através de mundos cada vez mais virtuais!) e arreliou-me Portugal não constar da lista dos países com pelo menos 1 obra - se bem que, felizmente (e é bem uma bela machadada nos cépticos/céticos fundamentalistas contra o Acordo Ortográfico) a língua portuguesa está representada nesta excelente iniciativa da ONU

vale o café, que me parece bem substancial

argumentonio disse...

ups! rectifico: Portugal tem 13 obras, incluindo um delicioso e primeiro mapa de Portugal - de entre as preciosidades, Lisboa é Lisbona, Coina e Alcohete escrevem-se com "u", o Algarve é endógeno e fronteiro e Antre Tejo e Guadiana o território da capital até lá...

um monumento, que provavelmente nunca teremos em mãos e em hora feliz nos é servido em suporte digital !!!