Confissão Margosa

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Ler o texto de Onésimo Silveira na última edição de A Semana, onde este elogia sem qualquer hesitação Carlos Veiga foi, como poderei dizer, hum, uma experiência transcendental, diria mesmo metafórica, quiçá meteórica, que tão cedo não esquecerei. Depois desta, se me disserem que o mundo não é redondo (e portanto, sujeito a dar muitas voltas), não acreditarei.



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6 comentários:

Anónimo disse...

"Eppur si muove"

a) RB, anónimo por obrigação

José Eduardo Fonseca Soares disse...

"- o mundo dá tantas voltas...
- e volta ao seu lugar..."

Anónimo disse...

Lê o texto outra vez, pois a mim pareceu-me que foi bastante irónico e que várias mensagens foram transmitidas para o Veiga, e que a principal intensão do Onésimo não foi elogiar... Mas sim por a nú...

Anónimo Anónimus

João Branco disse...

Anónimo, não foi o que me pareceu. Sinceramente.

Anónimo disse...

Tenho muita consideração pelos cabelos brancos do Senhor em causa. Todavia, já se torna evidente que este Senhor é, como diria, "de alguma inconstância existencial", se assim posso dizer...emana mensagens políticas que nos confundem, e levam-nos a pensar: será o síndroma, aliás, que se vai tornando muito comum por essas bandas, do "em cima do muro"...? Oxalá que não.

Ariane Morais-Abreu disse...

Ainda nao sei como as pessoas podem continuar a dar credito as palavras deste senhor que é uma vergonha de egocentrismo convencido e de irresponsabilidade cronica. Analizam os actos visiveis e invisiveis deste e aperceberam quem é. O peixe morre pela boca...