Declaração Cafeana

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Confesso, adoro beijos. Beijar e ser beijado. A pessoa amada, os filhos, o gato, a pulseira que trago sempre antes de uma viagem de avião. Já devem ter percebido esta minha afeição pelo acto de beijar, quando aqui escrevi sobre o beijo de Grace Kelly em «Janela Indiscreta» ou o de Norah Jones na sua estreia cinamatográfica.

Quem viu o filme «Cinema Paraíso» tem bem claro na memória essa cena final extraordinária em que o realizador revê na sua sala de projecção os pedaços de filme antes censurados pelo padre da paróquia, dado origem a uma rapsódia dos mais famosos beijos da história do cinema.

Agora descobri um site fantástico que partilha esta paixão pelos beijos. Não necessariamente humanos, nem necessariamente a humanos. Porque é bom também beijar coisas, o céu, o mar, uma fruta, um bicho.


Chama-se everybody loves kiss e dá-me razão. Beijar é sabe pa fronta!

P.S. A imagem que ilustra esta declaração, é uma provocação e a prova de que no Café Margoso não há tabús nem preconceito. Shuak!




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6 comentários:

kaustika disse...

Ficaste a pensar naquela do beijo "cabo-verdeano" .
Beijo é uma arte e nem todos nascem artistas infelizmente.
Praticar, gente, praticar.
Empenho, gosto e performance.
Nada a perder.

João Branco disse...

Nem mais. E quem beija por gosto, n
ao cansa a queixada... hehe

Kaustika disse...

Ja agora :

aqui vai um beijo à distancia !!!

SHUACK (mais ou menos isto)

Tens que por som nos comments, Joao.

João Branco disse...

é melhor não... hehe

fernandot disse...

do Lat. basiu

s. m.,
acto de poisar os lábios nalguma pessoa, ser ou coisa em sinal de amor, afeição ou veneração;
ósculo;
contacto leve.

in - http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

"Com os teus lábios nos meus, reluz em nós um Amor, impossível de dissipar.
Se te não vejo um dia, tudo em volta é noite.
Imagino então, de novo, nossos lábios nnum todo, e... a aurora começa."

in - "As coisas que as canetas trazem lá dentro"
ainda por publicar
sob pseudónimo ainda não escolhido.

João Branco disse...

Gostei muito do poema, Fernando. Mesmo! Um abraço e obrigado pelo testemunho. JB