Café das Impossibilidades

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Quem me dera estar em Lisboa, para ver este «Mazurka Fogo» da coreografa Pina Bausch. Será apresentado no CCB, hoje e nos dias 8 e 9 de Maio. Quem lá estiver, e por cá passar, que diga de sua justiça...

Que inveja!




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5 comentários:

Catarina Cardoso disse...

Puxa João,


Eu vi no ano passado o espectáculo do Tanztheater wuppertal em Lisboa-no teatro camões e foi das performances mais bonitas que vi na minha vida. Chamava-se "Children of yesterday, today and tomorrow"

é inesquecível- todas as pessoas deviam ter o direito de assistir uma vez na vida a um espectáculo coreografado por ela.

Um café duplo para a Pina Bausch e a sua companhia!

P.s: Acham que o teletransporte pode vir a ser realidade?

Catarina Cardoso disse...

Fui ao site do S.Luiz e vi lá a programação....afinal é um festival Pina Bausch...ou seja é mt pior (melhor) do que anunciaste aqui.
Para quem for masoquista é favor ir a :

www.teatrosaoluiz.egeac.pt
Buaáaaaaaaaaaaa, Buáaaaaaaaaaaaa

João Branco disse...

Fonixe, nem me digas mais nada...

Anónimo disse...

A 10 minutinhos a pé do CCB deixei esgotar os bilhetes... É assim... vou ter que esperar a próxima (só vi uma vez e adorava repetir a experiência!)... E que me dizem da Olga Roriz!
Ahhh, já agora e só para vos deixar de água na boca aproxima-se um espectáculo de La Fura Del Baus (chama-se BORIS GODUNOV e "tem como ponto de partida o sequestro no teatro Dubrovka de Moscovo por um comando checheno em 2002. Aqueles acontecimentos foram mais do que um ponto de partida, a inspiração para criar uma nova ficção e não pretende recriar o que ali aconteceu. Nesta obra não se fala de terroristas nem de qualquer país em particular, apenas de conceitos universais que são inerentes ao ser humano em qualquer época: a luta pelo poder, a violência como método para impor ideias e a corrupção das estruturas do poder.

Por estes motivos, os La Fura del Baús escolheram Boris Gudonov como a obra que está a ser representada quando os terroristas irrompem pelo teatro. O clássico russo de Alexander Pushkin fala-nos no século XIX de uma realidade muito semelhante há que vivemos hoje.")

João Branco disse...

A Olga Roriz esteve no Mindelo em 2002, quando a cidade foi Capital Lusófona da Cultura, e pudemos ver e conhecer um pouco do seu excelente trabalho. Agora Furia del Baus, bem, isso já é outra estratosfera...