Dois Cafés Curtos

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1. «A Internet, mesmo em países como Cabo Verde, deve ser livre e gratuita», defendeu Manuel Frexes, presidente da Associação de Correios e Telecomunicações dos Países de Expressão Portuguesa (AICEP), entidade que esta semana realizou o seu XVI fórum, na Cidade da Praia. Tenho que dizer que concordo com esta ideia, que é sustentada pelo seu autor, no que diz respeito à sua sustentabilidade: «Pode ser sustentável se houver outras formas de receitas, nomeadamente a publicidade». Uma outra via, sugere, «seria o Estado financiar uma parte dos custos decorrentes dessa universalização». Isto para dizer que com os actuais indices de utilização da Internet em Cabo Verde e os custos que todos temos que suportar, ainda falta muito para que o país entre, no que diz respeito a esta temática, num índice PDM. Eu apoio o movimento «Internet de graça pa tud gent, grinhassim!». Fonte: http://www.asemana.cv/

2. Encontrei na net um teste que nos mostra qual o nosso grau de dependência em relação ao café. É fácil de fazer. No meu caso particular, os resultados não são muito assustadores. Sou 75% dependente do café. Mas não fala de cafés virtuais! Façam o vosso teste, aqui.




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13 comentários:

Paulo Santos disse...

Tomara que assim seja, a roubalheira que esse preço absurdo que se paga por uma internet (bem)limitada já devia ter os seus dias contados. 2gb de merda por mês, nem na Cuba se faz isso

João Branco disse...

Paulo, já esteve mais cara. Mas neste caso, isso nem se coloca. Net gratis, já!

Teatrakacia disse...

Net grátis para todos... seria muito bom... mas isso se se facultasse mais uma coisa grátis: casas de acesso a computadores para todos, grátis! Senão, seria grátis para os que já têm podido mesmo pagando... não mudava muito, pois não?
Tchá

Teatrakacia disse...

Jon, ume eskecê de segunda parte. 75% tambê!

odair disse...

Exactamente internet de borla para todos, e viva o poder da sociedade de informação.


Abrç tds

João Branco disse...

Tchá: se nos cyber se pagasse apenas pela utilização do computador seria bastante menos e não havia essa palhaçada de cobrarem por megas de utilização. Em Portugal, é tão barato que é praticamente uma taxa de utilizaçao que é cobrada. Quanto ao teste do café, não admira que tomemos tantas vezes café juntos!

Odair, é disso que CV precisa!

neulopes disse...

1. Acredito que seja impossível (by now). A CVTelecom tem isso monopolizado. No que diz respeito ao celular, há agora um pouco mais de respeito, devido à chegada da T+. Nada mais que isso! Mas só vai ficar melhor quando essa empresa conseguir abranger todo o país. Para ter noção do ridículo que é a comunicação neste país, o preço de uma chamada da rede CVMóvel para a T+ custa 80$00, enquanto que o inverso, cerca de dez vezes menos. Pode? Todo o tipo de promoção que a CVMóvel oferece, já foi paga pelos clientes. E quem tem a ganhar com isso, com certeza não vai abrir mão. Só manda apertar o cinto. Nada é dado de graça. Nadinha mesmo!!! Pena que as outras empresas de internet estejam a demorar tanto... Estratégia? Concorrência precisa-se. Até pela boa saúde e desenvolvimento das CVTelecom's (CVTelecom, CVMóvel e CVMultimédia). Mas não esqueçamos que por mais que o país desenvolva, com entraves de comunicação, há sempre regressões. O país poderia estar muito mais desenvolvido se a comunicação fosse mais aberta a todos. Começando pela Internet.

2. Não sou assim tão dependente, mas faz-me falta muitas vezes. Obtive 56%

Oxalá fique mais viciado em café com a liberalização da net. Falo do café puro, porque já começo a ficar viciado no "café margoso".

Raios, João!!

moreia disse...

Aram! se bô ta fome bô ta bai la na internet i bô ta cmê uns dôs pixels pa fca em forma...:op

João Branco disse...

Neu, não sou assim tão pessimista. Penso que, tendencialmente, a Internet vai baixar, em muito, os seus preços. Mesmo em Cabo Verde. Mas isso sou eu, um optimista por natureza.

Moreia, un kosa ka tem nada a ver com kel ote. Acho eu!

moreia disse...

Baixa presse um te d'acord que bô.
Mâ de graça? De tud manera se fôr um dia de graça ess têm que tra quel custe num ôte banda... ma nondê e cmanera...Surprise na bô bolse!

João Branco disse...

Moreia, o texto já refere esse aspecto: «deve ser o Estado a financiar uma parte dos custos decorrentes dessa universalização». Eu concordo a 100% com esta ideia, dada a importância da Internet hoje em dia em todos os sectores da sociedade. Não podemos é confundir as coisas. Acho eu.

Kuskas disse...

KE venha a net GRATUITA. Só espero que eu não tenha que esperar até meus cabelos ficarem todos branquinhos..

Já sabia que era uma "cafénomaniaca"- viciada em café, mas não esperava que era tanto. o meu teste deu 81% :(

João Branco disse...

Hiii Kuskas. Estás pior do que eu!? hehe