Perguntas Cafeanas

25 Comments




Do que falamos, quando falamos de amor?



À melhor resposta, ofereço um café




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25 comentários:

Paulino Dias disse...

Profunda amizade...

Dundu disse...

Para falar de amor, silêncio.

Entre um silêncio e outro:

Um olhar de compreensão; gosto de chuva; escurinho do cinema; felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar; mãos dadas; carinho escondido; flor catada na praça; poesia de Fernando Pessoa, Vinicius de Moraes ou Chico Buarque; gargalhadas; ânsia de viajar junto; nuvens de algodão; cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário; dormir agarrado; fazer sesta abraçado; fazer compras junto; mistério do outro nos olhos; beira d´água; noite enluarada, ruas de sonho; música secreta; livro dedicado; ciume bobo; falar sozinho, rir de si mesmo; alma escovada; coração estouvado, gosto de manga; conto de fadas; sons de flauta; névoa de borboletas, pérola falante; frases subtis; palavras de galanteria;

e alem de beijos, frases ROUBADAS.

Mi disse...

Falar de amor é tocar no melhor que há em mim enquanto ser, enquanto fêmea. (O teu blog é um expresso, o sabor perdura)

João Branco disse...

Paulino, «o telegráfico»;

dundu, a poeta das expressões «roubadas»

Mi, o amor do toque...

Ou seja, começamos muito bem esta cafeana.

Kuskas disse...

da profunda amizade como diz o Paulino.

Sei que dirão que a amizade é uma forma de amar, mas se formos ver aqueles que tiveram a sorte de encontrar AQUELE AMOR VERDADEIRO, acabam no fim da vida se transformando em grandes AMIGOS

João Branco disse...

Já dizia o poeta: «o verdadeiro amor nunca acaba, porque se acabar, não é amor»

odair disse...

Falamos de tudo e quase nada, de muito ou pouco, das longas horas ao luar ou … de belas serenatas ouvidas na calada da noite escura, segredos para sempre esquecidos nas lembras do tempo, que só restam ternas recordações… enfim falamos de tudo mas sem nunca falar do que mais importante, o quanto amamos, gostamos de alguém (…)

Abraç tds

Catarina Cardoso disse...

Ou então,"todo o amor é eterno enquanto dura" que do meu ponto de vista é ainda melhor!

Catarina C.

moreia cum rosa na mon disse...

De acordo com o Paulino.

Margarida disse...

De descoberta!
O amor é verdadeiramente uma descoberta e quando o "achamos" sentimo-nos verdadeiros arqueólogos perante a mais bela e mais valiosa de todas as explorações. E como em arqueologia... é preciso "escavar" todos os dias, com paciência e sempre com determinação, para ir encontrando e desvendando o tesouro!
Bjs

João Branco disse...

Gostei das contribuições...ñeste assunto tão pessoal, porque cada um de nós encara o amor de uma forma diferente, fica dificil comentar directamente os que aqui deixam o seu testemunho. Valeu!

Kuskas disse...

Sendo bem pessoal, falar de amor é falar daquele meu amor verdadeiro que hoje vive em outro país, pelo simples motivo de termos sido dois covardes e não termos demonstrado sobretudo a nós mesmos o que sentiamos, pelo facto de não termos tido a paciencia ( que a Margarida fala) e a determinação de ultrapassar os obstaculos.... e hoje sermos esses dois seres que tentam ser felizes ao lado de outros seres, que nos conhecem tão bem e que sabem que um dia vão nos perder .... um pelo outro.

Anónimo disse...

quando falamos de amor ... falamos só de amor... dependente da situação e circuntancia ela se manifesta como amor : amor = amor sem muito bla blasssssss

Sisi disse...

Quando falo de amor, falo em partilhar, falo de duas pessoas ñ serem uma só, mas sim terem um objectivo comum,a felicidade, felicidade esta que ñ é absoluta, mas sim feita de pequenos bons momentos.

Abraço!

João Branco disse...

eu continuo a pensar que a palavra «partilha» é fundamental em tudo isto...

Sara disse...

Sinto o Amor quando sinto a leveza do meu ser perante outro ...

Sara

Kaustika disse...

Nao falem
Façam

Alex disse...

É claro que é de partilha que se trata, sob as mais diversas formas e fontes. Mas de coisas "ridículas", "banais", "simples", que são sempre o Sal de quem as pratica, e o Sol de quem as recebe.
Ab
ZC

Margarida, desculpa lá o comment ao teu comment, mas não sei não. Arqueologia? Escavar para descobrir!? Sinceramente não sei se sou eu a escavar, ou se sou por ele escavado. Provavelmente é algo em simultaneo. Há por ali na tua imagem um elemento passivo que me desencanta. Terei percebido mal certamente.

www.staticman.blogspot.com disse...

Quando falo de amor, tento transmitir a plenitude do Bem que sinto em mim.

João Branco disse...

Amor é... ter um bocadinho do outro dentro de nós...

kaustika disse...

" Ter um bocadinho do outro dentro de nós..."

a bo també, moss
guloso

João Branco disse...

A gula é um dos meus pecados favoritos. Se a juntarmos directa e proporcionalmente à luxúria, ficamos com um prato quase-perfeito... (será?)

Kaustika disse...

OK.
Tragam o vinho e a musica.
A mesa ta posta.

João Branco disse...

Muito bem, um bom vinho e uma boa música, melhoram ainda mais o quadro geral... Beijos!

Teatrakacia disse...

A razão de ser!
Tchá