Perguntas Cafeanas

19 Comments




Nos dias de hoje, da globalização, dos comandos à distância, dos cento e tal canais de alta definição, da lavagem cerebral dos Gatos Fedorentos, desligar a televisão é um acto de coragem ou de inteligência?



À melhor resposta ofereço um café





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19 comentários:

Sarabudja disse...

Acrescento uma terceira hipótese: uma necessidade.

Anónimo disse...

Amém, Sarabudja.

Helena Fontes disse...

É um acto de coragem e de ovários, meu caro!

Mas é tão simpes!

BFS

HF

mdsol disse...

É um acto voluntário. O que, por si só, presupõe uma vontade que actua. Assim sendo, independentemente de outros sentidos, já mostra que ainda não se está tão embotado como pode parecer. Em suma: é um bom sinal.

:)))))

GJ disse...

É de inteligência porque vamos continuar a ver tudo na mesma na net se e quando quisermos.

hãToino de Lírio disse...

Coragem, inteligência e acima de tudo uma grande demonstração de liberdade! Como dizia o grande Luiz Pacheco: Tirem-me daí essa janela de olho de boi que eu aqui só quero que entre o mundo que eu decida!

Anónimo disse...

Lavagem cerebral dos gato fedorento? Não me parece... Apenas à que compreender o seu humor e rir, que é esse o objectivo desses grandes senhores.
Se as pessoas aderem ou não aos seus ideais políticos e afins, isso já é com elas.
Mas o que eles realmente pretendem é, através da crítica, melhorar o país. Uma espécie de realismo: fazer Portugal ver o que realmente se passa, actuando quase como um espelho.

Cumps,
Sr. Anónimo.

JB disse...

Anónimo, a referência aos GF está relacionada com a publicidade ao MEO. Que já chateia e não tem nenhuma piada. Digo eu.

Nox Lilin disse...

A TV é um portal para o mundo e sendo assim, obtemos todas as informações boas ou más que o mundo tem a nos dar.
Desligar a TV não é a solução (nós somos seres curiosos, não podemos desligar a TV, não podemos nos fechar).A solução é ensinar as pessoas a destinguirem aquilo que é bom daquilo que é mau na TV e a apenas ver a parte boa.
E olha que há muita coisa boa na TV!

E. F. disse...

Diria de sobrevivência...

Núbia disse...

As duas coisas,para tomar essa atitude corajosa é preciso inteligência.

Gilson disse...

Desligar a Tv ... fechar os livros... os jornais...as revistas.. a net...e ir para uma montanha contemplar os pássaros...! Bem não parece ser uma boa escolha mas...
De forma mais séria. A Tv é como os livros e os jornais, há a má e a boa. Em CV não há muito da boa ( se é que há ) mas nada que uma parabólica e uma procura além da Sport Tv não resolva.

grace disse...

com certeza um acto de inteligêcia que requer muita coragem, pq temos a tendência de nos deixar acomodar, cair na rotina, e ñ paramos para pensar que ñ vemos o que queremos mas sim o que eles querem

Amílcar Tavares disse...

Eu ponho o Meo a gravar o que me interessa. Vejo o que quero e quando quero.

Anónimo disse...

As duas coisas. E há diferença?

Meu caro, junta-te a esta luta, e a esta causa:
Há redes que valem a pena ser lançadas contra os oceanos de silêncio(s). Se todo o silêncio é de oiro, nenhum oiro pode comprar o silêncio de todos. As prisões por delito de opinião são um insulto e um vexame à dignidade humana. Façam eco contra o que se passa em Cuba, por Cuba (que a tantos de nós fez sonhar), e pelos cubanos! Façam-no, num acto de “emocion de cubanidad”, como diria a poetisa cubana Gertrudis Gómez de Avellana, e para que se faça luz “Antes que anochezca”.

“Os rebeldes eram, por outro lado, bonitos, jovens e viris; pelo menos aparentemente. Toda a imprensa mundial ficou fascinada com aqueles formosos barbudos, muitos dos quais tinham, além disso, uma esplêndida guedelha.”

“Exorto o povo cubano, tanto no exílio como na Ilha, a que continue a lutar pela liberdade. A minha mensagem não é uma mensagem de derrota, mas de luta e de esperança. Cuba há-de ser livre. Eu já o sou.” Carta de despedida de Reinaldo Arenas
Extractos do livro “Antes que anoiteça” de Reinaldo Arenas.


Basta ya!

Para que o silencio de alguns não se torne regra de muitos, nem lei para todos.

Serei de novo, como um dia fui,
choro de mães na Plaza de Mayo,
lado a lado serei, com Luisa Tamayo,
a irada multidão que pelas rua flui.

Serei de novo, como um dia fui,
Dama de Blanco em La Habana
Gritando ao silencio onde afinal rui
Olvidados sonhos da nação cubana.

Esquecido e sem amparo, morreu Zapata
No silêncio da palavra livre tornada ingrata
Murió solo, lejos de los suyos en Camagüey.

Diz-me Che, a Luisa, mãe e Pietá, o que direi
Se a ‘Primavera Negra’ de Março ainda mata,
Na Cuba que, como Orlando Zapata, tanto amei.

Alex
21-03-2010

Lau Baptista disse...

Com certeza é preciso coragem para um ato tão saudável.

Kuskas disse...

Os dois: coragem e inteligencia. Mas façam como eu. Liguem a TV só para fazer barulho, para dar impressão que há mais do que 2 pessoas em casa.

Não sou escrava da TV, nem das tecnologias e as vezes me pergunto para que cargas de agua preciso de 100 e tal canais, quando não tenho tempo nem para assistir 1 canal.
Na Tv só assisto os telejornais, os documentarios ou reportagens que me despertam interesse e desenhos animados (na companhia da minha filha)

Sou escrava é dos livros ahahahahah

bang disse...

Não ligar é um acto de...?

Olga disse...

Acho que é um acto necessário à manutenção de alguma sanidade mental. Estes dias dou por mim a fazer zapping e invariavelmente paro nos canais Odisseia, Discovery's e que tais! Não há pachorra!