Perguntas Cafeanas

14 Comments


O facto da Feira Nacional do Ambiente estar a ser anunciada no Mindelo em altos berros por sonoros carros que circulam pela cidade e nos furam os tímpanos, não é um excelente indício que nos mostra a distância infinita que nesta área de governação separa a retórica da acção?


À melhor resposta, ofereço um café



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14 comentários:

Amílcar Tavares disse...

Assim, eles terão a certeza de que VOCÊS OUVIRAM A MENSAGEM!! :)

Lily disse...

De facto, é um contra-senso.
Será porque a poluição sonora, é, na maioria das vezes a mais negligenciada e quase esquecida como forma de poluição?

Tina disse...

É o que se chama sentir o gosto do próprio remédio?

Anónimo disse...

enfim cabverduras. So paleio

David disse...

Na verdade em Cv a distância que vai da retórica à realidade é grande, e não apenas nessa área especifica.
E na verdade em CV a poluição sonora é considerada por muitos uma necessidade turística. Uma bem cultural a preservar. Quem quer descansar que se mude.

Anónimo disse...

Seria bem mais interessante de bicicleta ou patins :D

moreia

mdsol disse...

Bem visto!

:))

João Branco disse...

Amilcar, ouvimos até demais!

Lily, por isso estamos todos surdos.

Tina, e nem isso nos vale...

Anónimo, pois.

David, até ao dia em que resortes chegarem lá!

Moreia, ou trotinete!

Mdsol, por quem?

Tchale Figueira disse...

O Vasco Martins teve que ir morar no campo porque uns inergumes fazem baile todos os dias onde ele morava. Foi a policia mas tudo ficou em águas de bacalhau.Até vandalizaram o seu carro por ele ter feito queixa. Onde estamos? No meu Blogue escrevi também um texto sobre este tema.

Anónimo disse...

Afinal como é que foi a feira do ambiente?
Espero que tenha tido o seu lado positivo pelos menos com as escolas e as crianças.

Anónimo disse...

Ola João
Tirando a publicidade movel que deu em doido o povo de são vicente durante 7 horas :D, a feira correu bem.

Foi pena não te ter visto por lá ;)

Abraços

Antónia Môsso disse...

A Feira do ambiente foi muito interessante e educativa.Entretanto,passou-se algo bizarro. No último dia a organização colocou um som altíssimo e perturbador. Fiquei desiludida.O barulho excessivo é um problema ambiental com danos sérios tanto para os humanos como para os não humanos. Os frequentadores da feira nada aprenderam sobre a poluição sonora e os seus malefícios- é uma pena.É preciso educar ambientalmente a organização do evento para que não haja esses erros grosseiros.

João Branco disse...

Por motivos profissionais foi-me impossível ter passado por lá. Independentemente disso, espero que dê alguns resultados palpáveis. Podiam ter organizado uma visita guiada às dunas do Norte Baia que estão a ser destruidas pela apanha da areia para a construção civil, denunciada pelo Tchalê. Isso sim, teria impacto junto da população. Quanto à poluição sonora, dentro da própria feira, enfim, sem comentários!

Anónimo disse...

Cara Antonia Mosso
Sou a pessoa da organização com quem falou. Quanto ao som ALTISSIMO, realmente estava alto, poderia ter sido feito em outro formato mas é para isso que aqui estamos. Ainda não se conseguiu criar um espectaculo de acrobacia sem musica, infelizmente.

Um outro aspecto é termos AINDA que lançar mão à actividades "culturais" para ver se as pessoas se interessam pelo planeta onde vivem.

Quanto a viagem guiada para o Norte da Baia, João, já foi complicado fazer a população assistir um pequeno documentário sobre isso na Feira, quanto mais leva-los ao Norte da Baia. Imagine só, o pessoal acordar as 8 da manha de SABADO para ir fazer visita de estudo!!! (ironia)

Uma coisa que a Zau disse e que eu achei muito boa, é que quando acontece um evento desses com todas as experiencias que ali foram expostas, o Ministério da Educação devia emitir um despacho dizendo aos professores que nos dias uteis da feira as aulas deveriam ser praticas (na Feira).

Mas como eu disse, estamos aqui para errar e aprender. :)

Abraço