Perguntas Cafeanas

11 Comments






É impressão minha ou o bairrismo cabo-verdiano é alimentado sobretudo por um conjunto de indivíduos que precisa dele para existir perante os outros?



À melhor resposta, ofereço um café





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11 comentários:

Et disse...

Bairrismo inexiste numa nação que tem na sua matriz "geracional"uma única raiz: o Mulato e Ribeira Grande de Santiago... Esse termo é forte, um neologismo desnecessário, que não substativa nem adjectiva esse povo "enxertiado" de Caboverde. Eu não me sinto badio nem sampadjudu, sinto-me Caboverdiano, tudo junto!
PS: Como somos ilheus solicitamos: "kada sinbron se gota d'aga!"

Amílcar Tavares disse...

A psicologia do asno ainda está longe de ser compreendida. Penso eu de que...

zito azevedo disse...

Creio que haverá sempre dois tipos de bairrismo: o do tipo mafioso, truculento, gratuíto e o autentico,o virado para os interesses de cidadania, de progresso, de convivio, de culto dos valores geracionais. É tão dispensável um, como insubstituivel
o outro.

ManuMoreno disse...

[APLAUSO]...NAO PELA PERGUNTA MAIS SIM PELA SUA AFIRMAXAO.

ManuMoreno
Kel Abxom Di Kuraxom!!!

Pss disse...

É (só) impressão tua !

Álvaro Ludgero Andrade disse...

Meu caro, passa bem por aí. Infelizmente, concluí, por onde tenho passado, que o cabo-verdiano é bairrista por natureza; claro, há excepções. Encontro esse sentimento por onde vou e em todas as classes sociais. Abraço.

GJ disse...

Os bairrismos são sempre ao estilo do pisca-pisca.

Olga disse...

Nunca tive dúvidas quanto a isso! há tanta coisa que só existe em CV por interesse de alguns, nem dá pra enumerar...enfim, pobres de espírito os que fazem disso a sua vida, fui

edmar disse...

Dizer o bairrismo não existe(em CV) é tapar o Sol com a peneira.Há muito boa gente que em momentos pontuais,numa lógica de "dividir para reinar" recorre ao sentimento bairrista para se impôr.É a velha stória do Sampadjudo/Badiu.Lembro-me inclusivé de um episódio que me deixou deveras espantado, aquando das eleições no MPD,(se não me falha a memória) entre Gualberto do Rosário e Jacinto Santos.Ouvi um individuo dizer que votaria em qualquer Badiu por mais besta que fosse e nunca votaria num Sampadjudo por mais inteligente que fosse!
Não faço qq juizo de valor perante uma opinião do tipo.Mas não consigo deixar de pensar que o que se passou no Ruanda e na Sérvia(só para citar como exemplos)só aconteceu pq uns se achavam melhores que os outros.E é natural q as coisas se avolumem e ganhem o efeito bola de neve e acaba em barbárie.

Jacinto disse...

Claramente! E enquanto uns poucos alimentam o bairrismo discriminatório (valha a redundância!), a imensa maioria discriminada nem se apercebe de que quem a discrimina existe. E isso, em si, realimenta o bairrismo insatisfeito com a sua própria atitude catártica...

Anónimo disse...

Para mim o bairrismo existe para alimentar a ignorância doentia de uns, para esconder a inveja de outros, para justificar a mediocridade e marasmo da vida de outros...
Somos todos filhos de Deus, ou de um pai e uma mãe, ou de apenas 1 mãe nos casos de produção independente...