Um Café Curto

14 Comments




Não é por nada, mas depois deste relato do Redy Lima no blogue Ku Frontalidadi, a primeira coisa que me veio à cabeça foi esta: andamos a precisar de um Maio de 68, com carácter de urgência. Ai andamos, andamos. Ou será que em Moçambique é que estão certos, e aqui podemos ter pouca esperança de conseguir um valente safanão popular já que esta nossa apatia generalizada nunca será quebrada?




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14 comentários:

zito azevedo disse...

A policia não tem culpa...Esta é de quem, acima dela, convenceu os guardas que, para o ser, é necessário deixar de ser gente!

Anónimo disse...

Caro João, estás profundamente enganado. 68 e 75 fazem parte da história e nenhum país na rua viu a sua situação económica melhorada nas últimas 3 décadas. Em Cabo Verde necessitamos é de produção e enquanto não produzirmos não teremos mais-valias para distribuir. Em Moçambique, acostumou-se a receber tudo do Estado, até o combustível era subvencionado à moda comunista. A realidade é outra. Apatia combate-se com trabalho e nesta terra não se quer é trabalhar. Continua-se a falar de APOIO. Esta sigla e o que ela contempla vem da era colonial (diazá) e, na nossa era, significa FAIMO. Enquanto continuarmos nessa...

António S. Almeida

Anónimo disse...

João, hoje estou totalmente de acordo contigo e absolutamente contra a visão, a meu ver, redutora do António Almeida.

Precisamos sim de uma revolução por estas bandas. E com carácter de urgência. Mas lá chegaremos mais cedo ou mais tarde... 1

Olavo disse...

Pois! é o resultado óbvio dessa política e gestão pública de tretas, latu sensu. Tudo começa nos conceitos e na planificação. Quem e onde se consegue formar um agente de polícia com decência em noventa dias? Antes disso a selecção dos candidatos está impregnada de corrupção, de amiguismo, de tráfico de influência. Resultado: muitos dos gajos fardados que andam por aí não têm a mínima vocação para a função. Já ouvi da boca de alguns agentes que entraram por falta de opção de emprego. O mais grave é o facto de muitos deles não terem o perfil psicológico para serem polícias. São indivíduos desiquilibrados do ponto de vista emocional ou que não conseguem trabalhar no contexto emocional exigido para esse tipo de actividade profissional. Como resultado temos indivíduos inseguros e/ou desequilibrados, inclusive sociopatas com poder e uma arma na mão. Desemboca nesse tipo de absurdo, com violência gratuita e violação de direitos...e nós quase sempre nos silenciamos! para coroar a a sacrossanta violência essa merda de estado que temos em vez defender seus cidadãos é o primeiro a violar leis e direitos. Depois ministros, directores, chefes e essa corja toda vai a televisão pública justificar o injustificável porque não têm dignidade para assumir seus erros e fracassos!

Anónimo disse...

Se fosse nos anos 80, e bem me lembro, pois fiz parte de várias manifestações e olha toda a gente sem medo de repressão e que existia, iss o ja tinha tido um Abanão, mas ao que parece HOJE os Cabo-verdianos venderam a Alma aos Partidos e estamos como estamos e tenho dito!

Ivan Santos disse...

A nossa apatia, não será quebrada tão cedo!!!
Continuaremos conformados!!!
REVOLUÇÃO JÁ!!!

Anónimo disse...

Against violence! quer estatal quer de manifestantes! Ambos são violentas, passo pleonasmo. Queremos paz, equilibrio social e económico. Irá para a Rua de Lisboa, João Branco? Quebrar o quê? Casa do Leão, Mindel Hotel, Ponte d'agua? Nem pensar! Devemos é proteger o pouco que temos e não andar aí a queimar penus e carros. Violência gera Violência, ponto final!
Big Drops.

Anónimo disse...

Big Drops, uma revolução não tem que ser, obrigatoriamente, violenta. Gandhi e Martin Luther King Jr. estão aí para prová-lo. Mas que precisamos mudar de modo revolucionário, especialmente as nossas mentes, precisamos... 1

cauca disse...

"a revolução passifica abre caminho para a revolução violenta" disse o outro. toda revolução é passifica ou violenta, dependendo apenas do ponto de vista de cada um, senão não será considerada revoluão. Mas ela não deixa de ser um: BASTA,JA NÃO AGUENTAMOS MAIS.

Anónimo disse...

TAKE IT EASY, MY BROTHER!

Anónimo disse...

É este texto pacífico?

Anónimo disse...

"Joãozito já te tenho dito que não é bonito tentares me enganar".

Andas agora (e sempre) a fazer politica, invés de te ocupares dos teus afazeres ???
Porque não te retratas ??

Anónimo disse...

João, se queres fazer politica e revolução, vai para Portugal, que bem precisa de mudanças.

JB disse...

Eh pá, aproximam-se as eleições, está bom de se ver. Vem aí o discurso «vai pra tua terra»? Não conseguem melhores argumentos do que esses?

Pelo menos dêem a cara. Triste.