Cafeína

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«Mayra Andrade vem, desta vez, cantar a Braga e, por isso, o Porto está outra vez contagiado pela luz morna que irradia dos cartazes que anunciam o espectáculo. O tom do anúncio é um pouco mais escuro do que é habitual, e Mayra tem no rosto um sorriso muito bonito e um pouco tímido, que parcialmente esconde com as mãos que tentam ocultar o rosto. Trata-se, pois, de um sorriso um pouco mais humano, como se Mayra quisesse, agora, apresentar-se como uma pessoa comum quando sabemos perfeitamente que ela não é deste mundo, que é como uma visão extraordinária ou um desses deuses gregos que, às vezes, por simples desfastio, desciam do Olimpo e se apresentavam diante dos mortais. Mayra Andrade é uma visão que canta.»

Jorge Marmelo (belíssima crónica, ler completa, aqui)





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2 comentários:

Anónimo disse...

O link para a crónica completa não funciona.

JB disse...

Sim. Já está resolvido. Obrigado pela chamada de atenção.