
Relato verídico, na primeira pessoa, mas não vivenciado:
1. Aeroporto: meio mundo chateado, pronto para explodir com a mais pequena faísca por causa de um atraso de mais de 4 horas num voo doméstico.
2. No avião: guerra feia entre... as duas assistentes de bordo. Jogo sujo, bocas foleiras, peixeirada. Tudo na frente de passageiros incrédulos.
3. No taxi: pé no acelerador, buzinadelas, por 3 vezes não batemos por milagre. E se batesse, ai ai, sai tiro, na certa!
4. No autocarro: guerra verbal entre duas senhoras. Má criação. Insultos. "A tua sorte é não sair na mesma paragem, senão..."
- A nossa terra está estranha, João. Perante uma aparente acalmia, a sensação que tenho, na maior parte do tempo, é que estamos andando em cima de um vulcão, que mais dia menos dia, vai entrar em erupção. E depois, como vai ser?
Este país está a precisar de um divã?
paoiol de polvora num divã??????nããããã~...
ResponderEliminarCom isso é preciso mais explicações?
ResponderEliminarKem sabe pólvora ta vrá flores?!
ResponderEliminaresforço-me para tb pensar nas flores que di paiol surgirão....cada dia o esforço é maior...o de pensar assim e o q será preciso fazer para assim o ser....
ResponderEliminarabarçopeloblog
Vamos ver. Mas que andamos todos em cima da pólvora, lá isso andamos...
ResponderEliminarLá isso é verdade, andamos todos à flor da pele e tenho sérias dúvidas que o divã vá curar esse “vírus”.
ResponderEliminarMas algum remédio há-de haver... ou não?
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