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"Fragments" é uma nova obra com um conjunto de escritos de Marilyn Monroe até agora inéditos. Este livro mostra que havia, por trás do corpo com mais sex-appeal de todo o século XX, uma actriz apaixonada por Whitman, Joyce, Yeats e Beckett. Nele, a actriz revela a sua frustração por ver o seu lado intelectual ignorado, por se ver confundida com os seus papéis. «Ela também admirava Samuel Beckett desde que começou a frequenter o Actor's Studio. Mais surpreendente ainda, a sua fascinação pelo bardo Walt Whitman, fundador da poesia americana moderna».

Afinal, como se pode ler no blogue A Terceira Noite, «a menina Norma Jean não tinha apenas os diamantes como os seus melhores amigos. Gostava muito de ler e não correspondia bem ao protótipo da loura burra das piadas de subúrbio».

Reportagem completa aqui






"No dia seguinte ninguém morreu."

José Saramago - As Intermitências da Morte (grande, grande livro!)







«Estamos a tornar-nos mais estúpidos porque vivemos numa sociedade na qual temos de ser consumidores para que essa sociedade sobreviva. E para ser consumidor, é preciso ser estúpido, porque uma pessoa inteligente nunca gastaria 300 euros num par de calças de ganga rasgadas. É preciso ser mesmo estúpido para isso. Essa educação da estupidez faz-se desde muito cedo, desde o jardim de infância. É preciso um esforço muito grande para diluir a inteligência das crianças, mas estamos a fazê-lo muito bem. Estamos a conseguir destruir aos poucos os sistemas educativos, éticos e morais, o valor do acto intelectual.»

«A escola não tem culpa, é a nossa sociedade que é culpada. A escola, a universidade, deveriam ser o lugar onde a imaginação tem campo livre, onde se aprende a pensar, a reflectir, sem qualquer meta. Mas isso é algo que estamos a eliminar em todo o mundo. Estamos a transformar os centros de ensino em centros de treino. Estamos a criar escravos. Somos a primeira sociedade que entrega os seus filhos à escravidão, sem qualquer sentimento de culpa. Nesses centros de aprendizagem, estamos a criar seres humanos que não confiam nas suas próprias capacidades e que começam a acreditar que o seu único objectivo na vida é arranjar trabalho para conseguir sobreviver até chegar à reforma – que também já lhes estão a tirar. O que estamos a fazer é horrível. Não tem nada a ver com os valores da Internet, com a competência do professor, faz tudo parte de um conjunto. Somos culpados enquanto sociedade.»

Alberto Manguel - escritor


Dá que pensar, não dá? Ver entrevista completa, aqui




Muito se tem falado aqui de livros e de como lemos pouco. Pois bem, pode ser que este genial filme ajude um pouco. Aliás, nem tenho por hábito colocar filmes aqui no Café Margoso, mas este é uma excepção que se justifica perfeitamente. Brilhante.










«... estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu.»

Clarice Lispector, A Paixão Segundo G.H.





Este novo dispositivo vai revolucionar o mundo multimédia. Vocês não estão a perceber. E imaginem só, não foi inventado pela Apple. Vejam o que faz a nova maravilha. O nome? Biótico Organizado de Conhecimento. Vejam o espantoso vídeo de apresentação, aqui.