Café com Cinco Sentidos

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Estar no mundo do teatro deu-me sempre muito mais alegria do que tristeza. Muito mais boas recordações do que memórias dolorosas. Muito mais realização do que frustração. De quando em quando, em cada projecto, sou confrontado com vivências inesquecíveis.

Vem isto a propósito da estreia, ontem, da série de espectáculos "Cinco Peças para Cinco Sentidos", apresentado pela sempre inovadora Trupe Pará Moss.

Começou esta quinta-feira e foi mágico. No final do primeiro dia das cinco peças para os cinco sentidos - cinco estreias apresentadas em simultâneo e com três apresentações cada - fizemos logo ali uma reunião de balanço do dia. E eu só olhava para aqueles quase trinta jovens amantes do teatro, cansados, corajosos e criativos, e pensava: "tanto talento, tanta dedicação!" O teatro cabo-verdiano agradece. E se não agradece, devia. 

Se estão no Mindelo e não viram, dêem um salto lá no Centro Nacional de Artesanato e Design e vejam com os próprios olhos, toquem com as próprias mãos, cheirem com os próprios narizes, degustem com as próprias bocas e escutem com os próprios ouvidos. Depois não digam que não vos avisei!



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